quarta-feira, 30 de julho de 2014

Dois homicídios são registrados no bairro Vila União

Os assassinatos ocorreram em menos de 24 horas. CE já registrou mais de 2 mil homicídios neste ano

Dois assassinatos foram registrados em menos de 24h no bairro Vila União em Fortaleza. As duas vítimas morreram com disparos na cabeça. Apesar dos homicídios não terem ligação, os dois foram relacionados a drogas, de acordo com a Polícia. 
Na manhã desta terça-feira (29) um homem de 26 anos foi morto após levar três disparos na cabeça. Segundo informações informações, Sérgio Henrique Dias do Nascimento estava indo para o trabalho quando foi abordado por um homem, que atirou contra ele. A vítima tinha envolvimento com drogas.
Uma ambulância do Samu foi acionada, mas Sérgio Henrique não resistiu aos ferimentos. 
Já na tarde de segunda-feira (28), outro homem foi assassinado com quatro tiros na cabeça no Vila União. De acordo com a polícia, Francisco Rennedy Araújo da Conceição, de 26 anos, era usuário de drogas e a principal linha de investigação do crime é por conta de dívidas relacionadas ao tráfico. 
Os suspeitos dos assassinatos ainda não foram identificados.
De acordo com a estatística da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPS), de janeiro a junho de 2014 foram totalizados 2.367 homicídios no Estado.

Homem agredido por PM deve receber R$ 6,9 mil do Estado

Vítima disse que além de bater em seu veículo, policial o agrediu com socos e palavrões. Estado atribuiu a culpa da batia ao condutor, mas juíza determinou indenização
Estado do Ceará foi condenado a pagar indenização por danos morais e materiais de R$ 6.910,50 para um servidor público, que foi agredido e teve o carro atingido por um policial militar. Decisão foi públicada no Diário Oficial desta segunda-feira, 28, e é da juíza Nadia Maria Frota Pereira, titular da 12ª Vara da Fazenda Pública de Fortaleza.

O caso ocorreu em 2005, conforme o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE). O homem trafegava na avenida Borges de Melo e percebeu uma perseguição policial. Após estacionar o carro, ele disse que um policial em uma motocicleta colidiu contra ele, atingindo a traseira de seu automóvel.

O PM, ainda segundo a acusação do funcionário, o obrigou a descer do veículo e o agrediu com socos e palavrões. A vítima disse que os seus óculos quebraram e teve escoriações pelo corpo. Na ação contra o Estado, ele pediu R$ 910,50, referente ao valor gasto com o conserto do carro e novos óculos. 
O Estado disse que a culpa era exclusivamente do condutor do veículo, que teria apresentado sinais de embriaguez e estava bastante exaltado. No entanto, juíza afirmou que danos morais foram provados

“Em consequência do evento danoso, sofreu o autor [servidor] prejuízos materiais e morais, conforme prova documental e testemunhal, merecendo prosperar a postulação”, explicou Nadia. 

Redação O POVO Online com informações do TJCE

Prisão por embriaguez ao volante e Lei Seca.

Por volta das 21hs34min enquanto a RD 1214 realizava patrulhamento no bairro João Paulo II quando foi abordada por populares informando que um carro Scort de cor prata, placa LAM 8838, trafegava de forma perigosa “jogando” o veículo em cima dos populares. Diligencias foram realizadas e culminaram com a localização do suspeito na Rua Euclides Wilca próximo ao numeral 2201, foi dado voz de comando para que o mesmo parasse, no entanto o suspeito prosseguiu em tentativa de fuga. Neste momento, quando o condutor novamente tentava atropelar os transeuntes a equipe efetuou um disparo no pneu dianteiro esquerdo do carro para impedir a ação. O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para Policia Rodoviária Federal onde recusou-se a realizar o teste Bafômetro, sendo conduzido para Delegacia de Policia Civil onde serão realizados os devidos procedimentos no dia de hoje (30/07/2014).
SUSPEITO: JOSÉ CLEITON FERREIRA PINTO, filho de José Alves Pinto e Maria Beatriz Ferreira Pinto, nascido em 08/11/1977, natural de Canindé-CE, motorista, residente na Rua Cidio Martins 189, João Paulo II, Canindé-CE.

Ex-PM alagoano é preso em Fortaleza após operação

ACUSADO DE HOMICÍDIO
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Marcelo estava foragido da Justiça alagoana e vinha sendo investigado por roubos no Ceará
FOTOS: RUI NÓBREGA
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Delegado Jairo Façanha Pequeno citou que o preso também responde por tentativa de homicídio em 2012
O ex-policial militar Marcelo Luís Barros Seixas, 45, foi preso, em Fortaleza, após operação da Polícia Civil. O homem é foragido da justiça, acusado de cometer crimes de homicídio e roubo, nos estados de Alagoas e do Ceará. Ele foi detido na última segunda-feira (28).
O Departamento de Polícia Metropolitana (DPM), sob o comando do delegado Jairo Façanha Pequeno, deu cumprimento ao mandado de prisão em aberto contra o ex-PM. De acordo com o delegado, Marcelo teria cometido um crime de homicídio no ano de 1997 na cidade de Satuba, em Alagoas, fato este que lhe rendeu o mandado de prisão.
O crime teria sido encomendado pelo então prefeito da cidade "Marcelo, que era policial, era também segurança particular do prefeito. Por motivos de comércio, o prefeito mandou o segurança executar uma mulher, que era comerciante", explicou o diretor do DPM.
A mulher em questão era Gisele Sublime dos Santos, então desafeta do prefeito. Além dele, segundo a Polícia, o gestor ordenou outras mortes na região, que eram executadas por policiais que, segundo o titular da DPM, formavam uma milícia. "O Marcelo era integrante deste grupo, uma milícia, com outros policiais. Eles cometiam diversos crimes. No dia da morte da Gisele, por exemplo, ele chegou a ser preso por ter realizado assaltos a um carro-forte e uma agência dos Correios", afirmou.
No Ceará
De acordo com as investigações da Polícia Civil cearense, o ex-PM agia no Ceará em crimes de roubo de cargas. Contra ele existiam dois mandados de prisão da 7ª Vara do Júri e 4ª Vara Criminal de Alagoas. Além disso, ele responde na Justiça cearense por ameaça e tentativa de homicídio contra um professor, no ano de 2012.
Jairo Pequeno informou que o ex-policial já residia em Fortaleza há 14 anos. Na residência de Marcelo, a Polícia encontrou munições de calibre 38. Ele está recolhido em uma cela da Delegacia Geral da Polícia Civil e ficará à disposição da Justiça, para ser transferido para Alagoas".

Polícia pede preventiva de acusado de tráfico, homicídio e estupro

Antonio Tiago Silva Barros (2)Quixeramobim
Preso no último fim de semana, em Quixeramobim, por embriaguez ao volante, desacato e resistência à prisão, durante uma blitz realizada pela Polícia Militar, o ex-taxista Antônio Thiago Silva Barros, 30 anos, mais conhecido como “Tiago do Olhão”, está sendo investigado sobre o tráfico de drogas no bairro Maravilha. Segundo a Polícia ele é apontado como “rei do tráfico” naquela área residencial da cidade. A prisão dele ganhou destaque no portal virtual da Secretaria de Segurança Pública do Estado.
Ainda de acordo com a Polícia “Tiago do Olhão” já responde por tráfico e possui um mandado de prisão em aberto, por tentativa de homicídio, no ano de 2012. Também possui um mandado de prisão por homicídio, mas por meio de um alvará de soltura, responde em liberdade. Ele também é acusado de cometer crimes de homicídio e estupro. Um de seus delitos vitimou duas adolescentes no ano de 2010. Elas foram estupradas e mortas pelo acusado. Testemunhas o reconheceram como sendo o autor do crime.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Suspeitos de homicídios capturados em Russas

PISTOLAGEM

Grupo é apontado como responsável por série de crimes registrados na cidade; com eles, arsenal de armas foi apreendido

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Balança de precisão, comumente utilizada por traficantes de drogas e aparelhos celulares, também foi recolhida pelos policiais na operação
FOTOS: DIVULGAÇÃO
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Revólveres e pistolas foram apreendidos com o grupo, além de munição de diversos calibres. Armas teriam sido usadas em execuções
Uma operação desencadeada pela Polícia Militar no município de Russas (distante 160 Km de Fortaleza), resultou na captura de cinco suspeitos de praticar homicídios naquela Cidade. A quadrilha foi surpreendida pela Polícia por volta das 10h30, de sábado, na localidade de Sítio Ingá, na zona rural do município. Eles são suspeitos de cerca de 20 casos de morte registrados na região do Jaguaribe.
Dentre os integrantes, estão Gevânia da Silva Lima, 28, que responde por homicídio culposo no trânsito; Estênio Paz da Silva Gomes, 29, que também tem passagem na Polícia por crimes no trânsito, como Lei Seca e Direção Perigosa; e Túlio César Nascimento Cavalcante, 26, que responde por tráfico de drogas. Além destes, Francisco Alef Guedes de Lima, mais conhecido como "Careca", 20, também foi preso. Por fim, um adolescente de 16 anos foi apreendido. Todos foram levados à Delegacia Regional de Russas e autuados em flagrante por porte ilegal de arma.
Junto com a quadrilha foram encontrados dois revólveres, quatro pistolas, várias munições, 492g de cocaína, R$ 2.415, uma balança de precisão e uma espingarda de pressão.
Em poder do bando, a Polícia também apreendeu uma motocicleta Honda/CB 300 de cor vermelha e sem placa, que segundo a Polícia teria sido utilizada em alguns homicídios pelo município de Russas; um automóvel Celta de cor cinza, seis capacetes e 12 celulares. Todo o material apreendido também foi encaminhado para a DPC.
Crimes confessos
O grupo confessou na Delegacia, dentre outros crimes, a morte de Francisco Diógenes Saldanha Filho, 45, o 'Mano Diógenes', que é primo de José Delano Diógenes, conhecido como 'Delaninho', suspeito de executar Idelfonso Maia Cunha, o 'Mainha'. Francisco foi morto na madrugada da última quarta-feira (23), próximo ao Sítio Bom Sucesso, também em Russas.
Também a morte de Maria Janaina da Silva Oliveira, 32, ocorrida na manhã da última quinta-feira (24), foi admitida pelo grupo. Janaína foi abordada por dois homens encapuzados e fuzilada dentro de uma caminhonete Hilux.
Mais prisões
Ainda no sábado (26), os irmãos José Leonildo da Silva, conhecido como "Abim", 20, e José Leonilton da Silva, o "Bozó", ambos naturais de Russas, foram presos na localidade de Santo Antônio, zona rural, por porte ilegal de arma de fogo.
"Bozó" já responde por receptação, furto, tráfico e consumo de drogas. Com a dupla, foi encontrada uma espingarda de calibre 36 e quatro cartuchos. Os irmãos foram conduzidos à delegacia de Limoeiro do Norte.
Já no Sítio Macambira, também na zona rural de Russas, a Polícia localizou o foragido Reginaldo Félix de Sena, 34, que tinha três mandados de prisão em aberto, oriundos da comarca de Russas e de Quixeré. O homem também foi conduzido à Delegacia e autuado.

Juiz é suspeito de beneficiar traficantes clientes de advogada

Polícia encontrou várias sentenças assinadas pelo juiz Amaury de Lima e Souza beneficiando traficantes, clientes da advogada Andrea Elizabeth de Leão Rodrigues.
A Polícia Federal investiga um crime que pode ter sido cometido por aquele que mais deveria zelar pela Justiça. Um juiz de Minas Gerais está preso, acusado de beneficiar uma das maiores quadrilhas de tráfico de drogas da região sudeste.
Preste atenção no homem do vídeo acima. Ele é juiz de execuções criminais em Minas Gerais, e toma as decisões relacionadas aos presos condenados pela Justiça em Juiz de Fora. E quem é a mulher que está com o juiz no vídeo? Ela é advogada de um traficante. O vídeo é peça-chave numa investigação da Polícia Federal que desmontou uma das maiores quadrilhas de tráfico de drogas do país.
Dezessete pessoas foram presas e cerca de R$ 70 milhões apreendidos em dinheiro, drogas, armas, imóveis, dezenas de carros de luxo e até um avião. A droga era trazida da Bolívia e distribuída, principalmente, em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, pelos traficantes Álvaro Daniel Roberto, o Caipira, Peterson Pereira Monteiro, o Zoi, e José Severino da Silva, o Cabecinha.
Mais do que uma rota do tráfico de drogas, Juiz de Fora acabou se tornando uma base estratégica para a organização criminosa e o principal motivo estava no fórum da cidade.
Ao investigar a quadrilha, a polícia encontrou várias sentenças assinadas pelo juiz Amaury de Lima e Souza beneficiando traficantes, clientes da advogada Andrea Elizabeth de Leão Rodrigues. Os dois que você viu juntos, no início dessa reportagem.
Amaury: Alô.
Andrea: Eu não estou entendendo nada.
Amaury: O que que você não está entendendo, o que você me pediu?
Andrea: Tá, mas não tem alvará, não tem nada.
Amaury: Hein?
Andrea: Não tem alvará.
Amaury: Não é isso que você me pediu não. Você me pediu para enviar uma peça do carro para você.
Andrea: Espera a peça chegar. Eu não, mas.
Amaury: Já fiz o pedido da peça.
Andrea: Ah tá, entendi.
Segundo a polícia, a peça seria o alvará de prisão domiciliar que o juiz concedeu a um traficante.
E este não foi o único caso, como mostram documentos, gravações telefônicas feitas com autorização da Justiça e imagens a que o Fantástico teve acesso com exclusividade.
O traficante Álvaro Daniel é de Campinas, estava num presídio em Fortaleza e foi transferido para prisão domiciliar em Juiz de Fora.
Segundo a polícia, foi uma manobra da quadrilha para tirá-lo de trás das grades com ajuda do juiz Amaury. A defesa apresentou um atestado médico afirmando que o traficante precisava de uma cirurgia urgente.
“Certidões falsas, comprovantes de residências falsos, levando esse preso de um estado para a base Juiz de Fora. As provas produzidas dão conta que ele participava, ele não julgava, ele era participante da organização criminosa”, diz Sérgio Menezes, Superintendente PF-MG.
Além de determinar a prisão domiciliar, o juiz permitiu que o criminoso viajasse sem escolta. A advogada Andréa Rodrigues foi buscá-lo, em Fortaleza, num avião particular.
Em Juiz de Fora, a polícia interceptou uma comunicação entre integrantes da quadrilha: “Será que não arruma uns R$ 500 mil até amanhã? Que tenho que pagar o juiz. Que o amigo saiu da cadeia. Mas tenho que pagar, amanhã, R$ 600 mil”.
No dia seguinte, foi em um estacionamento de um hotel em Juiz de Fora que, segundo as investigações, o juiz recebeu o pagamento pela venda da decisão judicial. Tudo foi registrado, comprovando o encontro dele com a advogada do traficante.
Às 18:30, Andrea desce de um carro na entrada lateral do hotel, sai carregando uma bolsa de mão e caminha até a parte de trás do veículo, onde pega uma segunda bolsa maior. A advogada carrega, então, as duas bolsas na direção da garagem.

A câmera do estacionamento, no subsolo, mostra Andrea Caminhando até um carro branco. Ela abre a porta traseira e, segundo a polícia, neste momento, guardou a bolsa maior no porta-malas.
Logo em seguida, Andrea é vista no saguão segurando apenas a bolsa menor. Às 18:41, o carro do juiz Amaury entra na garagem do hotel. Ele estaciona bem ao lado do carro branco onde Andrea esteve minutos antes. O juiz sobe até o saguão e volta em seguida acompanhado da advogada. No elevador, os dois se beijam.
Já na garagem, os faróis indicam que os carros foram destrancados.
Segundo a polícia, neste momento, Andréa teria entregado a mala contendo R$ 600 mil ao juiz.

Amaury entra no carro e vai embora. Ele ficou menos de cinco minutos no hotel. Andrea volta para o saguão, novamente, carregando apenas a bolsa menor.
As câmeras de segurança mostram ainda outro fato revelador: horas antes do encontro com o juiz, Andréa esteve no mesmo hotel com o traficante Álvaro Daniel, que já tinha saído da penitenciária para cumprir pena em Juiz de Fora. 
Com a liminar concedida pelo juiz Amaury de Lima e Souza, esta era a prisão domiciliar de Álvaro Daniel. Do local, ele pretendia continuar comandando o tráfico e controlando as remessas de drogas direto da Bolívia.
Cômodos confortáveis. Piscina, churrasqueira e sauna. Álvaro Daniel ficou em uma casa menos de três meses. Hoje, o imóvel está apreendido e o traficante, foragido.
O juiz Amaury também teve bens apreendidos. "Ele recebeu uma quantia de valor vultoso de cédulas miúdas vindas do tráfico de drogas do Rio de Janeiro. E com esse dinheiro, ele comprou um apartamento e um carro de luxo", aponta Sérgio Menezes, Superintendente PF-MG.
Para a polícia, uma conversa com um corretor de imóveis mostra que parte do apartamento foi paga com dinheiro vivo, e em notas pequenas.
Corretor: Doutor. Tá faltando 1140.
Amaury: É mesmo?
Corretor: É. Num pacote de cinco estava faltando umas notas e no pacote daqueles de dois estava faltando, está tudo separadinho, nós estamos com ele, faltando 140, entendeu?
O advogado de Amaury de Lima diz que o dinheiro não veio do tráfico. O juiz teria usado economias que guardava em casa. “Na verdade, nós vamos comprovar, no processo, que as notas eram de R$ 50 e R$ 100”, diz Gustavo Mendes, advogado do juiz.
A defesa do juiz nega todas as acusações e contesta as provas da polícia. “Não existe nenhuma imagem de transferência de transferência bolsa para o magistrado”, disse o advogado.
Fantástico: E ele foi lá pra quê?
Gustavo Mendes, advogado do juiz: Ele foi simplesmente para despedir dela, visto que ela voltaria pra sua cidade.
Por telefone, o advogado de Andréa não quis falar sobre o caso. A OAB suspendeu, provisoriamente, o direto da advogada de atuar. E contesta a conduta do juiz. “Se um juiz tem uma relação amorosa com uma advogada, evidentemente, que ele juiz deveria se declarar suspeito impedido para atuar no caso”, diz Luis Cláudio Chaves, presidente OAB/MG.
Andrea e Amaury estão presos preventivamente. Entre outros crimes, foram denunciados à Justiça por corrupção, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa. O juiz ainda é acusado de posse ilegal de armas de uso exclusivo das Forças Armadas.
“A prova produzida no inquérito conduzido pela Polícia Federal é contundente, ela é forte, são interceptações telefônicas, são gravações de vídeo, a própria movimentação financeira e a prova testemunhal presente no inquérito. A prova é robusta”, afirma Carlos André Bittencourt, Procurador Geral de Minas Gerais.
No mês passado, assim que os traficantes foram presos, Amaury telefonou para um advogado amigo dele. “Ah, p..., eu estou numa preocupação do c... Então é o seguinte. Eu não sei, cara. Eu estou achando que vem uma m.. muito grossa aí pela frente”, diz Amaury.
Ele foi preso no dia seguinte.